A Ribeira de Sor, que abastece a barragem de Montargil (há alguns dias no máximo da sua capacidade, tal como Maranhão e Póvoa e Meadas), ia hoje assim na ponte entre o Moinho do Torrão e o Sume. Sume, aldeia do concelho do Crato, que poderá dever o seu nome ao facto de o Sor se sumir durante o verão nas pedras junto à ponte construída no segundo quartel do século passado.
O caudal já esteve mais alto e forte mas o espetáculo continua a ser extraordinário. Tanto mais que do lado concelho de Gavião existe um pequeno miradouro que permite ver uma grande extensão da ribeira para jusante, quando está corre num funil.
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A natureza é assim. Tanto tira como dá.
Note-se que o Sor define quase até está ponte do limite da freguesia de Comenda com a freguesia do Monte da Pedra.

