Um poema para O Choupinho (e um pouco de história)

 


Depois de ires ao o Choupinho

Podes ter a certeza 

Comes pão e bom chouriço 

bebes vinho  e... cerveja.

Tens sueca , damas 

E dominó 

E o melhor d'isso tudo...

Nunca estás Só 😉👍.

Em tempos aí conheci 

a taberna do ti Cortês 

Com o Pataxa já não foi assim 

Era café pois então 

Depois foi o Tocha esse até tinha bom pão 

O Taborda foi a seguir 

Sim o Tonho, já te estás a rir 

Se pensas que perdi o tino

Não perdi não senhor 

Pois o Tonho era o Albino 

Depois com alguma dor 

Tive de partir 

Procurar vida melhor 

Um dia voltei 

Com saudades bem altas 

Aí encontrei outro 

Encontrei ...o Tapadas 👍.

E outros vieram a seguir 

Mas já é tarde

Já é tarde vou dormir

Este poema, que é mesmo isso, de Luís Guedelha diz muito sobre um dos estabelecimentos mais icónicos da Comenda. Que já teve outros nomes, entre os quais café Marginal, mas que é O Choupinho desde 2021, quando João e Arménia Miranda assumiram a gestão. Ainda ali esteve, muito jovem, a Ana Margarida (agora no minimercados que foi de João Gueifão).

O Choupinho é por norma o primeiro e o último café a abrir na nossa aldeia. A vida iria continuar sem ele. Mas não seria a mesma coisa.


PS - Ao contrário do que a imagem indica, não acabou a cerveja.