Da velha Indústria Florestal do Alto Alentejo, a IFAL, sobra pouco.
O que era para ser uma zona industrial que a Câmara Municipal ainda hoje anuncia transformou-se num campo arqueológico.
Numa prospecção de superfície, eis o que resta, no lado nordeste, da entrada para a zona fabril: o resto de um piso em paralelo que as máquinas que fizeram a zona industrial não arrancou.
Arrancada foi, sim, esta possante árvore, aqui junto a restos de construção que ficaram esquecidos.
A zona industrial, entretanto, mantém a expetativa em forma de placa. Uma placa também condenada a ser um dia material arqueológico. Na esperança de que nesse dia Gavião já tenha finalmente a sua carta arqueológica.
Do apogeu ao fim.