Nove casas recuperadas pela Câmara são para arrendamento acessível e não social

 


Como tem sido seu apanágio, o presidente da Assembleia Municipal de Gavião, António Estevinha, começou a última assembleia colocando uma série de questões ao executivo da Câmara Municipal de Gavião.

Uma delas disse respeito à estratégia local de habitação, pedindo um ponto da situação.

António Severino respondeu dizendo que finalmente "já se vê uma luz ao fundo do túnel", com o avançar de projetos de arquitetura e de especialidade para três moradias em Gavião, quatro na Comenda (um T0, um T1 e dois T2) e duas em Belver (T2), estas últimas na antiga escola primária.

Como se sabe, o programa para construção de habitação do PRR para arrendamento acessível termina no próximo mês de junho, o que faz com que todas estas novas casas têm de procurar outro tipo de financiamento via o programa nacional em curso. António Severino fez questão de dizer que a Câmara procura também contemplar a freguesia de Margem com a aquisição e recuperação de fogos para arrendamente acessível. "Arrendimento acessível", frisou o presidente da Câmara, "e não habitação social".

Recorde-se que, durante os mandatos de José Pio, a Câmara de Gavião recuperou várias casas para arrendamento social na vila de Gavião, no âmbito do Plano de Ação Integrado para as Comunidades Desfavorecidas.