O auditório da Incubadora de Empresas de Gavião foi palco, esta sexta-feira à noite, de mais uma assembleia municipal.
António Estevinha, o presidente da Assembleia Municipal de Gavião, levantou algumas questões e uma delas foi um pedido de esclarecimento sobre a situação da anunciada ligação por auto-estrada da A23 com a A6, cujo projeto está prestes a entrar em execução, no valor de 2,3 milhões de euros.
António Severino respondeu com detalhe, começando por dizer que a Cãmara "é parte interessada" neste projeto que dotará finalmente o Alto Alentejo de uma auto-estrada no eixo norte-sul e recordou que em 2008 a Câmara de Gavião desenvolveu um estudo de impacto ambiental sobre duas hipóteses de traçado: o primeiro no concelho de Gavião, com ligação desde o nó da A23 em Domingos da Vinha e com uma ponte entre Alvísquer e os Outeiros e o segundo já no concelhos de Mação e de Nisa, ligeiramente a jusante da barragem do Fratel. Este último traçado, fez notar o presidente da Câmara de Gavião, mereceu um parecer negativo no estudo de impacto ambiental.
O especialista então contratado pelo município de Gavião já faleceu e a autarquia procura outro especialista para acompanhar o processo. "Queremos é ganhos para o nosso território", referiu António Severino.
Parece claro o benefício do concelho de Gavião se a nova auto-estrada percorrer o nosso território, facilitando uma ligação direta a Portalegre, Crato, Estremoz e Elvas, por exemplo.
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